21 de nov. de 2010

Anthrax - "Among The Living"


Continuando a safra de Thrash Metal iniciada pelo Diogo, aqui posto um review de um dos álbuns que eu mais gosto, dentre todos da Big Four (Metallica, Anthrax, Megadeth e Slayer) do gênero.

Este é o destruidor Among The Living.

Considerado por muitos como sendo o melhor álbum do Anthrax e é, indiscutivelmente, o álbum que alavanca a carreira da banda. Foi um álbum especialmente dedicado ao falecido Cliff Burton, ex-baixista do Metallica.

O disco se destaca pela alta velocidade e a explosão dos dois bumbos da bateria do Charlie Benante, em conjunto dos riffs pesados do Scott Ian e do Dan Spitz, com a voz melódica/estridente do Joey Belladonna e com o acompanhamento “baixístico” de alto nível do Frank Bello.

O álbum começa com a faixa-título “Among The Living”, uma das quatro primeiras músicas consideradas como hinos da banda, sendo tocadas em todas as apresentações a partir de então. É uma música que mostra bem o estilo Metal/Thrash/Hardcore, característico da banda, com frases rápidas e peso nas guitarras.

A segunda música é a “Caught In A Mosh”, outro hino da banda e é considerada, por mim, uma das melhores músicas de todos os tempos. É impossível não ficar arrepiado com os primeiros acordes logo no início da música. Quando o Charlie começa a explodir a bateria então, difícil não chacoalhar a cabeça feito um doido. Todos cantam em coro nos shows.

Logo em seguida vem “I Am The Law”, e, sim, é outro hino :). A letra fala de uma personagem de histórias em quadrinho chamado Juiz Dredd. Tem um dos riffs mais marcantes do álbum. Lembra muito o álbum Master Of Puppets do Metallica.

Depois, vem “N. F.L. “. É outro hino, pra variar. As iniciais significam “Efilnikcufecin”, que, lido ao contrario, fica “Nice Fucking Life”. O Riff inicial é de arrepiar também, com a mesma receita.

Neeeeeext! Agora vem a “A Skeleton In The Closet”. A cavalgadinha logo após o riff inicial é de sacudir os miolos. Nessa música destaco também a bateria. Nela está um dos melhores solos de guitarra do álbum.

Agora uma música que não é um hino, mas também é tocada em todas as apresentações em palco da banda. De título “Indians”, a letra fala sobre a caçada contra os índios na colonização dos EUA. É uma das músicas que não deixo de escutar quando coloco o álbum pra tocar.

A próxima é a música mais protestante do álbum. “One World” ressalta, com uma harmonia pesada e uma letra curta e grossa, a violência e o holocausto que o homem está provocando ao mundo.

A. D. I.” é a faixa mais melódica e lenta do álbum, porém, contraditoriamente, é agressiva em suas letras.

A última faixa, “Imitation Of Life”, é a menor de todas as músicas do álbum. É a mistura perfeita do Hardcore com o Metal. Só poderia ser ela para fechar o álbum com chave de ouro.

É um álbum imperdível dos fãs do Thrash Metal oitentista. Impossível deixar de ouvir.
Um abraço e até o próximo post... =D

por Guilherme

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